Isso em nível federal, imagine se isso ocorre a nível municipal, não estou falando que ocorra.
ACORDO PT-PTB EXPÕE MODELO DE COOPTAÇÃO PT não faz coligação, nem tem aliados: usa e depois descarta
O episódio PT-PTB (com o PTB transformado em ”reserva da caça” do Governo, abrigando deputados e senadores que os petistas desprezam, mas precisam) revelou o modelo de cooptação que está sendo praticado pelo Palácio do Planalto. Para o Governo Lula, a questão é simples e direta: o PT não está interessado em coligações ou acordos com partidos na base de idéias ou composição com programas, mas em apoio incondicional nas votações do Congresso. A única questão são os votos “incondicionais” desses parlamentares.
O PTB foi escolhido pelo PT para substituir o PL como aliado preferencial. Nessa operação seria defenestrado o vice-presidente José Alencar como candidato na reeleição, substituído por um nome petebista. A preferência se justificava pelo tipo de relacionamento objetivo com o PTB, como está se vendo pelo episódio escandaloso atual.
Em São Paulo, a chapa Marta-Rui Falcão (desprezando a participação de um vice de outro partido aliado, embora usasse horário de TV do PTB) é considerado um exemplo hegemônico das composições do PT: querem apoio, não alianças. O sistema de “cooptação” adotado pelo PT adota a seguinte fórmula comercial: “paga-se, recebe-se e estamos quites”.
Fonte N. Oposição
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